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domingo, 10 de dezembro de 2017

VOCÊ SABE A DIFERENÇA ENTRE COMÉRCIO ONLINE B2B E B2C?

Prof. A.Marins
Os termos B2B e B2C são antigos, mas com o crescimento do comércio eletrônico, eles têm se tornado cada vez mais frequentes, chegando inclusive a se misturar muitas vezes. Ao elaborar um plano de negócio e a estratégia de marketing a ser seguida, porém, é importante saber a quem o seu e-commerce se destina e a melhor forma de atingir o público-alvo do negócio. Para isso, faz-se necessário entender as principais diferenças entre esses dois conceitos.

Quando falamos em B2B ou Business to Business (Negócio para Negócio), estamos falando de transações de negócios entre empresas – indústrias vendendo para lojas, indústrias vendendo para atacadistas ou atacadistas vendendo para lojas. Quando usamos a expressão B2C ou Business to Commerce (Negócio para Consumidores), estamos nos referindo às transações entre uma empresa e seu cliente final.


Como a sua estratégia de marketing e negócio depende de quem você busca atingir, há grandes diferenças entre as formas de comercialização B2B e B2C. Abaixo, apresentamos as principais:

Tipo de mercado – Enquanto o mercado B2C é grande e disperso
Di Bonifácio
geograficamente, o B2B tende a ser menor e mais seleto. “Entretanto, este movimenta muito mais valores, já que sua cadeia de suprimentos é muito maior”, explica Maurício Di Bonifácio, sócio-diretor da Vertis, empresa que oferece serviços e soluções em e-commerce.

Marketing – “Quando eu falo em marketing voltado às pessoas, uma das ações mais tradicionais é fazer propagandas em sites. Isso irá impactar o cliente final que navega por esses sites, mas dificilmente irá impactar uma empresa”, diz Di Bonifácio. No B2C, é importante manter um bom relacionamento com o cliente final, oferecendo-lhe informações claras, diretas e objetivas. “O marketing B2B não pode ser massificado, ele precisa estar apenas onde está seu público. O e-mail marketing pode ser uma boa ferramenta, contanto que se trabalhe com bases de clientes conhecidas, já que fazer coisas genéricas para o B2B traz pouco retorno”.


Processo de compra – A aquisição de um produto para fins comerciais requer uma compra mais racional e detalhada, haja vista que envolve grandes transações em dinheiro e diversas áreas da companhia. Em contrapartida, uma compra individual é feita, muitas vezes, impulsivamente e com cunho emocional. Sendo assim, o processo é mais curto e não requer muita análise.

Preços – “Quando uma importadora está vendendo seu produto para um lojista, ela trabalha com diferentes tipos de preço – que variam conforme o porte do lojista e a quantidade que está sendo adquirida – sendo assim, é possível trabalhar com níveis de desconto ou tabelas de preço diferenciadas”, comenta o sócio-diretor da Vertis. No e-commerce B2C, os preços se mantêm mais uniformes, pois as quantidades adquiridas são, geralmente, pequenas e envolvem transações financeiras menores.


Formas de Pagamento – As condições de pagamento também mudam bastante. Enquanto no B2C se paga via boleto à vista, cartão de crédito ou transferência bancária, no B2B, normalmente, as vendas são faturadas e se trabalha com limites de crédito”, finaliza Di Bonifácio.

Pense nisto e tenha uma ótima semana!


Fonte: Maurício Di Bonifácio - https://economia.terra.com.br/

terça-feira, 28 de novembro de 2017

O SUCESSO DAS PEQUENAS EMPRESAS IMPLICA SABER GERIR O RISCO

Prof.A.Marins
Hoje apresento aos meus leitores um artigo de Steve Strauss, considerado como o maior especialista americano em pequenas e médias empresas e autor do livro Small Business Bible. Escreve o autor:

Steve Strauss
O que é que faz com que uma pequena empresa tenha mais sucesso do que outra? Obviamente, a resposta pode ser qualquer coisa: capacidade de gestão, conhecimento financeiro, inteligência de marketing, bons produtos e por aí em diante, mas, com toda a franqueza, acredito que o que realmente distingue as empresas realmente bem sucedidas das outras é... a capacidade de reduzir ao máximo o risco que um negócio acarreta. Eu sei, eu sei, não é uma opinião glamorosa ou sexy, mas é importante.

Quando tinha 8 anos, disseram-me para explicar à minha turma o que o meu pai fazia para ganhar dinheiro. Para mim era difícil dizer "dono de loja de tapetes."Não era o mesmo que médico ou advogado. Por isso, perguntei ao meu pai o que havia de dizer. A resposta dele foi "Diz-lhes que sou empreendedor".

– Empreendedor? O que é isso? - perguntei.

– É alguém que está disposto a arriscar dinheiro para ganhar dinheiro - disse ele.


Apesar de ainda adorar essa definição, uma coisa que aprendi ao longo dos anos foi que o melhor dos empreendedores reduz ao máximo o risco inerente a um negócio. Assim, quando as coisas correm mal, porque as coisas correm sempre mal, estes pequenos negócios ficam menos expostos ao risco, deixando-os livres para vender noutro dia.

Mas o que é que isso quer dizer, reduzir o risco? Pode ser qualquer coisa:

Conheça os seus números. Já me esqueci de quantos empresários já conheci que deram cabo do negócio porque se entusiasmaram com uma ideia e gastaram rios de dinheiro em algo que não estava bem fundamentado.


Há uns anos, estive envolvido com uma empresa onde uma das pessoas decidiu, unilateralmente, que a melhor coisa que podiam fazer era comprar um anúncio numa revista famosa. A campanha não deu em nada e o negócio ficou com uma dívida de quase 50 mil euros.

Conheça os seus números. Mastigue os seus números. Faça projeções. Se não puder pagar, não faça nada.

  • Faça o seu trabalho de casa. O entusiasmo e a energia que definem muitos empreendedores podem ser um defeito se os fizerem tomar decisões precipitadas e más.
  • Faça a sua pesquisa e olhe antes de saltar. Teste a água. Pense bem no que vai fazer. Pense no pior que pode acontecer. Analise cuidadosamente uma oportunidade ou uma ideia antes de a implementar, isso pode fazer com que as hipóteses de perder demasiado tempo ou dinheiro sejam reduzidas.
  • Adira ao corporativismo. Se as coisas correrem mal, o escudo corporativo que protege os seus bens pessoais da dívida corporativa vai fazer muita diferença. Se não gerir o seu negócio como uma corporação ou como uma empresa limitada, vai estar a arriscar os seus bens pessoais.
  • Previna-se bem em termos de seguro. Tal como o corporativismo reduz o seu risco pessoal, o seguro certo pode fazer o mesmo. É claro que é caro, mas os bens que não estão segurados são muito mais dispendiosos.
  • Não deposite toda a fé num único santo. Sim, aqueles clientes grandes são ótimos, mas se só tiver uns quantos grandes clientes, fica dependente da lealdade deles. E se perder um ou dois? Vai ter problemas, é o que vai acontecer.
  • Peça ajuda. Gostamos de pensar que sabemos tudo, mas não sabemos e pensar isso pode levar a erros dispendiosos.
Quer se trate de contratar pessoal suficiente para poder fazer aquilo que sabe ou de trazer um parceiro estratégico com contratos que não tem ou de contratar consultores para ver o que pode melhorar, a ajuda profissional ajuda a reduzir o risco e torna a sua vida mais fácil.


A vantagem de tudo isto é que os grandes empreendedores conhecem os seus pontos fortes e fracos, por isso pensam mais à frente e planeiam.

Pense nisto e tenha uma ótima semana!

Autor: Steve Strauss – Autor do livro Small Business Bible é conhecido, é um advogado, autor e colunista do jornal "USA Today". Assinar gratuitamente sua newsletter Small Business Success Secrets! Visite o seu website www.theselfemployed.com

sábado, 18 de novembro de 2017

O QUE É GERENCIAMENTO DE RISCOS?

Gerenciamento de riscos é o processo de planejar, organizar, dirigir e controlar os recursos humanos e materiais de uma organização, no sentido de minimizar ou aproveitar os riscos e incertezas sobre essa organização.

Incertezas representam riscos e oportunidades, com potencial para destruir ou agregar valor. O gerenciamento de riscos corporativos possibilita aos administradores tratar com eficácia as incertezas, bem como os riscos e as oportunidades a elas associadas, a fim de melhorar a capacidade de gerar valor.


O valor é maximizado quando a organização estabelece estratégias e objetivos para alcançar o equilíbrio ideal entre as metas de crescimento e de retorno de investimentos e os riscos a elas associados, e para explorar os seus recursos com eficácia e eficiência na busca dos objetivos da organização.


Segundo a definição do que é gerenciamento de riscos ISO 31.000, uma gestão de risco eficaz deve atender os seguintes princípios:

  • Proteger e criar valor para as organizações.
  • Ser parte integrante de todos os processos organizacionais.
  • Ser considerada no processo de tomada de decisão.
  • Abordar explicitamente à incerteza.
  • Ser sistemática, estruturada e oportuna.
  • Basear-se nas melhores informações disponíveis.
  • Estar alinhada com os contextos internos e externos da organização e com o perfil do risco.
  • Considerar os fatores humanos e culturais.
  • Ser transparente e inclusiva.
  • Ser dinâmica, interativa e capaz de reagir às mudanças.
  • Permitir a melhoria contínua dos processos da organização.

Conceito

O gerenciamento de riscos corporativos trata de riscos e oportunidades que afetam a criação ou a preservação de valor, sendo definido como um processo conduzido em uma organização pela alta administração e demais funcionários, aplicado no estabelecimento de estratégias e formuladas para identificar em toda a organização eventos em potencial, capazes de afetá-la, e administrar os riscos de modo a mantê-los compatíveis com o apetite a risco da organização e possibilitar garantia razoável do cumprimento dos seus objetivos.


Os eventos podem gerar impacto tanto negativo quanto positivo ou ambos. Os que geram impacto negativo representam riscos que podem impedir a criação de valor ou mesmo destruir o valor existente. Os de impacto positivo podem contrabalançar os de impacto negativo ou podem representar oportunidades, que por sua vez representam a possibilidade de um evento ocorrer e influenciar favoravelmente a realização dos objetivos, apoiando a criação ou a preservação de valor.

Principais finalidades do gerenciamento de riscos

  1. Alinhar o apetite a risco com a estratégia adotada – os administradores avaliam o apetite a risco da organização ao analisar as estratégias, definindo os objetivos a elas relacionados e desenvolvendo mecanismos para gerenciar esses riscos. 
  2. Fortalecer as decisões em resposta aos riscos – o gerenciamento de riscos corporativos possibilita o rigor na identificação e na seleção de alternativas de respostas aos riscos – Como evitar, reduzir, compartilhar e aceitar os riscos. 
  3. Reduzir as surpresas e prejuízos operacionais – as organizações adquirem melhor capacidade para identificar eventos em potencial e estabelecer respostas a estes, reduzindo surpresas e custos ou prejuízos associados. 
  4. Identificar e administrar riscos múltiplos e entre empreendimentos – toda organização enfrenta uma gama de riscos que podem afetar diferentes áreas da organização. O gerenciamento de riscos corporativos possibilita uma resposta eficaz a impactos inter-relacionados e, também, respostas integradas aos diversos riscos. 
  5. Aproveitar oportunidades – pelo fato de considerar todos os eventos em potencial, a organização posiciona-se para identificar e aproveitar as oportunidades de forma proativa. 
  6. Otimizar o capital – a obtenção de informações adequadas a respeito de riscos possibilita à administração conduzir uma avaliação eficaz das necessidades de capital como um todo e aprimorar a alocação desse capital.
Agora que você já sabe o que é gerenciamento de riscos sua finalidade e conceito comece a imaginar como a Gestão de Risco ajudaria a sua empresa.

Pense nisto e tenha uma ótima semana!
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