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terça-feira, 8 de agosto de 2017

RESILIÊNCIA: VOCÊ SABE SUPERAR-SE?

Na vida profissional somos obrigados a superar obstáculos, atingir objetivos e metas, atender necessidades e expectativas de gerentes, clientes e fornecedores, obter resultados positivos, em fim, matar um leão por dia – como se diz na gíria.

Em física resiliência é a propriedade de um material de recuperar a sua forma ou posição original após sofrer choque ou deformação; elasticidade. Em psicologia resiliência é a capacidade de o indivíduo lidar com problemas, adaptar-se a mudanças, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas - choque, estresse etc. – sem entrar em surto psicológico, emocional ou físico, por encontrar soluções estratégicas para enfrentar e superar as adversidades.


Nas organizações, a resiliência se trata de uma tomada de decisão quando alguém se depara com um contexto entre a tensão do ambiente e a vontade de vencer. Essas decisões propiciam forças estratégicas na pessoa para enfrentar a adversidade. Para isso temos que ter em mente algumas posturas que nos ajudam a superar-se, dizem os especialistas no assunto. São elas:


  • Desenvolver a autoestima – Aprender a se conhecer, nos aceitar e nos valorizar, cultivando uma autoimagem positiva.
  • Buscar nossa vocação – Investir energia e tempo suficiente naquelas atividades que nos gratifica e que temos maior habilidade e domínio.
  • Ser positivo – Exercitar uma comunicação clara, honesta e oportuna que nos permita prevenir e resolver maus entendidos.
  • Ser otimista – Ver o lado positivo do mundo, da vida e de nós mesmos.
  • Aprender com resultados – Aprender a ver os eventos indesejados como aprendizagens necessárias, e não como fracassos.
  • Desenvolver relações positivas – Cultivar e cuidar as relações que tenham como base o mútuo apoio emocional.
  • Ser precavido – Atuar antes que as crises apareçam.
  • Ser criativo – Desenvolver a capacidade de buscar soluções e saídas de maneira diversa e flexível.
  • Definir metas significativas – Planejar metas e objetivos pessoais de curto, médio e longo prazo, que sejam razoáveis e que não superam a capacidade de realização.
  • Desenvolver autocontrole – Saber quando “frear-se”; evitar muitos problemas com os outros e com você mesmo.
  • Reduzir expectativas – Aprender a esperar menos dos demais, pois evita frustrações.
  • Centrar-se no processo – Aprender a viver cada momento da melhor maneira possível e não concentrar-se unicamente no resultado final.
  • Cuidar do corpo – A prática de exercícios potencializa a produção de hormônios positivos, assim como a meditação e o relaxamento favorecem a tolerância e o ajudam nas situações estressantes.

Pense nisto e tenha uma ótima semana!

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

ENTENDA O QUE É “KPI” E SUA IMPORTÂNCIA PARA A EMPRESA

KPI é a sigla para o termo em inglês Key Performance Indicator, que significa Indicador-Chave de Desempenho. Esse indicador é utilizado para medir o desempenho dos processos de uma empresa e, com essas informações, colaborar para que alcance seus objetivos.

Os KPIs facilitam a transmissão da visão e missão de uma determinada empresa para funcionários que não ocupam cargos elevados. Desta forma, todos os funcionários de vários escalões hierárquicos são envolvidos na missão de alcançar os alvos estratégicos estabelecidos pela empresa. Um indicador chave de desempenho funciona como um veículo de comunicação, garantindo que os trabalhadores entendam como os seus trabalhos são importantes para o sucesso ou falta de sucesso da organização.


No mundo dos negócios, os KPIs são medidas quantificáveis para compreender se os objetivos estão sendo atingidos. Consequentemente, esses indicadores determinam se é preciso tomar atitudes diferentes que melhorem os resultados atuais. Os indicadores-chave de desempenho só devem ser alterados se os objetivos primários de uma empresa também sofrer alteração.
Existem diferentes categorias de indicadores, que podem ser:

·         Indicadores Quantitativos;
·         Indicadores Qualitativos;
·         Principais Indicadores;
·         Indicadores de Atraso;
·         Indicadores de Entrada;
·         Indicadores de Processo;
·         Indicadores de Resultados;
·         Indicadores Práticos;
·         Indicadores Direcionais;
·         Indicadores Acionáveis;
·         Indicadores Financeiros.

Exemplos de KPI

Alguns exemplos concretos de KPI são:

  • Time to Market - Corresponde ao tempo de lançamento de um produto, que começa com a idealização do conceito e termina quando está disponível para venda.
  • Lead Time - Consiste no tempo de duração de um determinado processo.
  • Stock Out - Indica quantas vezes ou quantos dias um determinado produto em estoque chega ao saldo zero.
  • Market Share - Fatia de mercado que um determinado produto conquistou durante um determinado período de tempo.
  • Produtividade Homem/hora - Número de unidades produzidas por cada indivíduo que trabalha na empresa.
  • Ociosidade - % de tempo que uma equipe, unidade de construção ou máquina ficam sem produzir.
  • Giro de Estoque - Consumo(Saídas) / Saldo Médio de estoque.

Em empresas e negócios online existem também vários indicadores-chave de desempenho, entre eles: bounce rate, tempo de navegação x profundidade da visita, usuários cadastrados, comentários em posts (muito comum em blogues), visualização de vídeos, downloads de conteúdos e aplicações, compartilhamento de conteúdo nas redes sociais.

Pense nisto e tenha uma ótima semana!

sábado, 29 de julho de 2017

VOCÊ SABE O QUE É MARKETING DE GUERRILHA?

Prof.A.Marins
Guerrilla Marketing é um termo norte-americano, criado por Jay Conrad Levinson, considerado o “pai do Marketing de Guerrilha. Traduzido para a língua portuguesa como Marketing de Guerrilha, surge na década de 70, em um contexto no qual a publicidade causava a desconfiança do consumidor em relação à oferta dos produtos. O termo guerrilha teve origem na Guerra de Vietnã (1959-1975), o qual colocou os vietnamitas reconhecidos por serem os estrategistas da guerra, pelo uso de instrumentos de defesa inferiores aos dos Estados Unidos. É uma estratégia composta de diversas ferramentas que permitem ter os seus dispositivos reconfigurados no tempo e espaço, de acordo com a realidade, os recursos e as intenções do anunciante.

Conceito

Por princípio, as ferramentas de Marketing de Guerrilha são utilizadas por
J.C.Levinson
empresas menores com o objetivo de combater grandes concorrentes ou simplesmente sobreviverem. O Marketing de Guerrilha, como descrito por Jay Conrad Levinson no seu popular livro Guerrilla Marketing de 1982, utiliza-se de maneiras não convencionais para executar suas atividades de marketing e com orçamentos “apertados." Levinson diz que pequenas empresas empreendedoras são diferentes de empresas grandes. Ele menciona um artigo da Harvad Business Review de Welsh e White que diz que pequenos negócios não são versões menores de um negócio grande. Por causa da falta de recursos dos pequenos negócios, estes precisam utilizar diferentes tipos de estratégias de marketing e táticas.

Porém, na atual sociedade saturada de comunicação, grandes empresas começam a utilizar o Marketing de Guerrilha em seu mix de marketing para atingirem os corações e mentes de seus públicos-alvo e trazerem atitude para suas marcas.


Em geral, táticas de guerrilha são usadas por uma parte mais fraca contra uma mais forte]. Se por um lado os guerrilheiros muitas vezes carecem de equipamento e treinamento militar adequados, por outro contam com a ajuda de populações que os defendem e com ataques-surpresa ao inimigo, sem necessidade de manter uma linha de frente. O conhecimento do terreno de combate também é uma arma bastante usada na guerra de guerrilhas.


É, portanto, uma estratégia que utiliza meios e ações inusitados a fim de alcançar o resultado almejado. Levinson (2010) descreve o marketing de guerrilha como uma estratégia capaz de “atingir as metas convencionais, tais como lucros e alegria, com métodos não convencionais, como investir energia em vez de dinheiro.” Ao adaptar os conceitos e práticas da guerrilha bélica para os negócios, demonstra que pequenas empresas podem adotar táticas alternativas de marketing para sobreviver nos mercados atuais, cada vez mais competitivos.


Assim, pode-se afirmar que o marketing de guerrilha é caracterizado como uma alternativa para as pequenas empresas, pois propõe uma maneira criativa de se pensar outras aplicabilidades para certos dispositivos, sem os altos investimentos que as mídias convencionais demandam. Isto é corroborado por Edmundo Brandão Dantas que considera que as pequenas e médias empresas devem competir com as grandes companhias, mas usando formas inovadoras e
E.B.Dantas
estratégias eficazes baseadas na ousadia e criatividade para combater os “exércitos convencionais”, referindo-se ao 
marketing de guerrilha. Serve também para as grandes empresas, como uma estratégia complementar às campanhas publicitárias que buscam estabelecer mais interatividade com os receptores, com vistas à promoção da mídia espontânea, invisível ou buzzmarketing. Dantas coloca ainda em evidência o forte desprendimento dos consumidores ao marketing convencional por considerar que este já não se revela tão eficaz.


A guerrilha procura reduzir o tamanho do campo de batalha de forma a conseguir uma superioridade de força. Esta ideia funciona perfeitamente hoje em dia, onde os media convencionais e até mesmo a internet se encontram saturados de informação, sendo necessário destacar-se com mensagens que gerem grande impacto. Quando o marketing de guerrilha é bem aplicado, o resultado é normalmente imediato, criando muitas vezes um efeito viral que se propaga de forma espontânea e que gera cobertura em meios de comunicação tradicionais. Possibilita ainda resultados marcantes e uma maior identificação do consumidor com a marca.


Há uma tendência de se utilizar como sinônimos os termos marketing de guerrilha e propaganda de guerrilha. Se a propaganda é um elemento do composto de marketing - o de promoção exclui, portanto, os demais elementos que o integram: o de preço, produto e praça. A propaganda de guerrilha está no ato de “comunicar de modo diferente, captando a atenção do público de maneira pouco comum, porém com meios surpreendentemente adequados ao produto ou serviço anunciado.”

Pense nisto e tenha uma ótima semana!


Fonte: www. pt.wikipedia.org/
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