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quinta-feira, 12 de outubro de 2017

ESTABELEÇA METAS...

Esta semana, um ex-aluno telefonou para mim para pedir uma ajuda. Queria saber como ele poderia ajudar um grupo de jovens que “tudo que começam, não terminam”. Ele disse que sabia que eu não era psicólogo, mas havia o ajudado, assim como outros alunos, com meus conselhos, casos e histórias.

Como auxiliá-lo já que ele se encontrava tão preocupado com o problema? Foi ai que me lembrei de uma história enviada há algum tempo por um velho e sábio amigo. Ela cairia como uma luva para que ele contasse para seu filho. Vamos a ela:


Pedro, um adolescente que vivia sendo disciplinado por seus pais por suas constantes “pisadas de bola”, foi conversar com o diretor de sua escola, e meio sem jeito perguntou:

– Professor, o que devo fazer para não cometer tantos erros? Tenho me esforçado, mas não estou conseguindo melhorar!

O mestre então pegou um copo, encheu-o de água e entregou-o a Pedro, e disse:

– Filho, ande com esse copo por todo o colégio, suba e desça todas as escadas, entre em todos os cantos e becos, nos jardins, e volte aqui sem derramar uma só gota dessa água.


– Ah professor, isso é impossível! – Respondeu Pedro.

– Pelo menos tente. Tenho certeza que vai conseguir – Disse o Mestre.

Pedro então saiu, devagar, com os olhos fixos no copo. Subiu e desceu escadas, entrou e saiu das salas, cantos e becos, e voltou sem ter derramado uma só gota de água.

O mestre então olha carinhosamente para Pedro, bate nos ombros e lhe diz: você não viu as garotas que passeavam pelo jardim no horário de aula? Não viu seus colegas matando aula para fumar e beber uma cervejinha?


– Não. Eu estava com os olhos fixos no copo – Respondeu Pedro.

O mestre então sorri, e diz:

– Quando você estabelece objetivos, metas para sua vida, e coloca seu foco neles, assim como fez com o copo, encontrará a força e a motivação necessárias para vencer os desafios e as dificuldades da vida.

Pense nisto e tenha uma ótima semana!

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

COMO VOCÊ TEM TRATADO O SEU CLIENTE INTERNO?

Prof.A.Marins
Inúmeros profissionais autônomos e mesmo empresas focam suas atividades no cliente externo, colocando o cliente interno em segundo plano, até mesmo ignorando-o totalmente. Mas se assim proceder é quase impossível alcançar seus objetivos. É fundamental “cuidar” do seu cliente interno (funcionários, colaboradores, associados ou o nome que se dê à sua equipe de trabalho).

O cliente interno é a peça mais importante em qualquer processo de vendas. Ele é um poderoso aliado que pode não só aumentar suas vendas, como ajuda-lo a progredir continuamente em sua carreira.


Outro dia, observando o trabalho de uma promotora da DeMillus, Jurema Cordeiro, vi a atenção, tempo e dedicação que ela dedica a sua equipe. Ela de forma simples e eficaz, muitas vezes usando técnicas que aprendeu ou de forma
quase intuitiva, motiva e orienta toda sua equipe.

Ela consegue atingir pontos-chaves, que tomo a liberdade de listar baseados na minha experiência de muitos anos como consultor de melhoria de negócios. São eles:

Conheça e ouça a voz do seu cliente interno

Jurema Cordeiro
Uma das piores coisas é ser reconhecido por um número numa relação. Pessoas conversam com pessoas. Conheça suas necessidades, desejos e expectativas. Conheça o que e como vem realizando. Crie uma sinergia entre seu processo de vendas e, muito mais importante, descubra como pode ajudar. Ajudar as pessoas faz bem aos negócios e a alma!

Mantenha o cliente interno informado e atualizado

Uma das piores formas de se receber informações é através da “rádio tamanco”, ou outro nome que se dê. Para evitar ruídos na comunicação, mantenha o seu cliente interno a par de como andam suas vendas e se houver algum problema, ponha-se ao dispor para ajuda-lo.


Reconheça e recompense a sua equipe

É no aspecto positivo que a Qualidade está interessada, tanto que dois princípios motivacionais da Gestão da Qualidade são derivados da Teoria do Reforço, a saber:

  • Reconhecer ou recompensar imediatamente após o comportamento, sempre que possível;

  • Colaboradores têm suas próprias histórias anteriores de reforço que ditam no presente suas preferências por certos tipos de recompensas.
Os líderes, portanto, desempenham papel de importância nesse processo. Eles devem utilizar um grande número de reforços, tais como: melhoria no ambiente de trabalho, aumento de responsabilidades, dinheiro, apreciação por desempenhos acima do esperado, etc. Tudo isto é dar chance do colaborador se sentir orgulhoso daquilo que faz.

Use o conhecimento do cliente interno

Todas as pessoas são especialistas em algo. Por que não usar este talento para melhorar suas vendas, suas apresentações, argumentos e lidar com objeções? Aprendizagem é o processo pelo qual as competências, habilidades, conhecimentos, comportamento ou valores são adquiridos ou modificados. Hoje, a aprendizagem é compartilhada: eu aprendo com meu colega, assim como ele aprenderá algo comigo...


Compartilhe erros, enganos e omissões

Uma vez abri uma palestra dizendo que existem três palavrinhas mágicas que transformam um ambiente: por favor, muito obrigado e desculpe. Ninguém é dono da verdade. Às vezes acertamos e (espero que não), muitas vezes erramos. Isto vale nos negócios, na família e com os amigos. Compartilhe seus erros, enganos e omissões com a equipe e não se esqueça de comemorar muito, as vitórias!

Muito obrigado Jurema, pela oportunidade de aprender junto com você!


Pense nisto e tenha uma ótima semana!

domingo, 1 de outubro de 2017

A FORÇA DA EQUIPE

Você se considera um bom membro de equipe?

Na história da Humanidade, nunca se enfatizou tanto a importância do trabalho em equipe como nos dias atuais.

A prática tem comprovado que o trabalho em equipe funciona. Não é outra a razão que leva um empresário a investir em cursos de burilamento para consolidar equipes eficientes e bem preparadas.


Todavia, para que haja um bom resultado no trabalho de equipe, é preciso mudanças na intimidade do indivíduo que a compõe, de modo a melhorar a sua atuação, já que a equipe é o resultado da soma das características de cada um dos seus membros.

Assim sendo, cabe a cada criatura, a busca do aperfeiçoamento individual, investindo em si mesmo para que possa ser um elemento útil no conjunto.


Há algum tempo, valorizava-se muito a competência específica de cada um em particular, sem atentar para sua atuação dentro da equipe.

Hoje em dia, entretanto, não basta ser um membro eficaz, é preciso ser um membro eficaz dentro da equipe. Em outras palavras, é preciso que se leve em conta os objetivos comuns do conjunto.


Um jogador de basquete, por exemplo, pode ser muito bom nas jogadas individuais, mas, se não joga bem com o time, certamente o técnico escolherá outro menos eficiente que saiba dividir o jogo com o resto da equipe.

Assim, cada indivíduo é uma engrenagem inteligente dentro do conjunto de realizações. Cada qual é peça importante para que se atinjam os objetivos estabelecidos pela equipe.


Na construção de um edifício, todos têm que executar a sua parcela com muita responsabilidade e competência para que não resultem danos à obra.

Desde o engenheiro, o arquiteto, o mestre de obras e o mais humilde pedreiro são importantes para se atingir um bom resultado no final da construção.

Um tijolo mal colocado, uma viga malfeita, a massa mal preparada, um pequeno buraco deixado por descuido, podem ocasionar, ao longo do tempo, o desmoronamento do edifício.


A vida em sociedade é Lei Divina. É por essa razão que até os animais buscam agregar-se para atingir os objetivos de sobrevivência. Geralmente, caçam em bandos, voam em bandos, organizam verdadeiras colônias, onde cada um exerce função específica dentro das necessidades comuns.

Em uma de suas parábolas Jesus,  falou do feixe de varas.

Um feixe de varas é uma equipe coesa e homogênea. O que não quer dizer varas idênticas, mas unidas entre si.

As varas possuem suas características individuais, e, ajustadas umas às outras tornam o feixe tão resistente que ninguém as pode quebrar. E se uma delas é retirada, todo o conjunto se desequilibra.

Se você quer realmente crescer, é preciso permitir que outros cresçam com você para lhe dar sustentação.

Quando uma pessoa cai, muitos caem com ela. Mas quando alguém se levanta muitos se levantam também.

Pense nisto e tenha uma ótima semana!


Fonte: Redação do Momento Espírita - Disponível no livro Momento Espírita, v. 1, ed. Fep.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

O PASSO A PASSO PARA UM BOM FEEDBACK

Prof.A.Marins
Receber uma crítica não fácil, mas fazer a crítica nem sempre é tarefa das mais simples. Basta fazer um levantamento mental: quantos chefes você já teve que eram mestres na arte de dar o famoso feedback? E você, sabe dizer o que realmente significa a expressão?

Feedback, segundo o especialista em gestão comportamental aplicada ao mundo dos negócios Luiz Fernando Garcia, não é queixa, bronca, conselho ou mesmo lição de moral. Ele é, na verdade, (ou deveria ser) uma ferramenta para que comportamentos impróprios sejam alterados e as relações entre pessoas se tornem mais fáceis.


“Muitas vezes a conversa que tinha como intenção ajeitar as coisas, tem o efeito contrário e apenas coloca mais lenha na fogueira”, diz Garcia.

Luiz F. Garcia
A psicóloga Fela Moscovici, autora de livros sobre o tema, aponta dois caminhos essenciais para que o “tiro não saia pela culatra”: ser descritivo, em vez de.

Fela Moscovici
Ser descritivo significa ir direto aos fatos, sem julgamentos à atitude dos envolvidos. Dizer “aquele equipamento que custou 20 mil reais” é melhor que dizer “aquele equipamento que custou uma fortuna”. Para ser a específico, descreva situações em que a outra pessoa tenha agido de maneira inadequada, sem a utilização de expressões generalistas como “você foi grosseiro” ou “você não sabe guardar dinheiro”. O mesmo vale para as situações em que o funcionário agiu da maneira correta.


Outra dica importante para um “feedback bem dado” é a montagem de um pequeno roteiro. “É necessário que haja respeito entre os envolvidos, com o desejo real de que o outro apenas melhore. Por isso, jamais entre em uma conversa de feedback achando que é o dono da verdade. Sempre há os dois lados”, avalia Garcia.

Etapa
Como fazer
Por quê?
Preparação
Reflita cuidadosamente sobre o que pretende falar. Faça um balanço de aspectos positivos e negativos. 
Preparar-se com antecedência faz com que os fatos mais importantes sejam privilegiados na conversa e listar os pontos positivos ajuda a quebrar a resistência.
Escolha do ambiente 
A conversa deve ser em um ambiente neutro, de preferência na sala de quem vai receber o feedback, sem interrupções. 
O local adequado ajuda a diminuir a tensão. É fundamental que telefonemas ou secretárias, por exemplo, não interrompam.
Definição das regras
Enquanto um se pronuncia, o ideal é que outro anote todas as observações e fale somente depois. Em seguida, os papéis se invertem. 
Respostas de bate-pronto geram tensão. Com a espera, a impulsividade é controlada e há tempo para assimilar o que foi dito. Quem propôs o feedback deve deixar o outro à vontade para começar, caso prefira. 
Início da conversa
Destaque as qualidade de quem ouve, antes de cobrar algo. 
Isso ajuda a quebrar a
resistência de quem escuta.
Cuidado com o tom 
Use exemplos específicos e não adjetivos genéricos como "egoísta" ou "preguiçoso". Também é melhor dizer “eu me sinto desconfortável com essa situação” em vez de “você é isso ou aquilo”. 
É uma maneira de manter a objetividade da conversa e de desarmar as defesas do outro, sem causar irritação. 
Momento de ouvir 
Não interfira enquanto o outro se posiciona. Ouça, anote e espere sua vez de falar. 
Aguardar o momento certo para se pronunciar demonstra maturidade e interesse verdadeiro de melhorar. 
Finalização
Depois de tudo dito, é fundamental que haja um reforço dos pontos principais do feedback – tanto dos negativos quanto dos positivos. 
Isso ajuda a organizar o pensamento e selecionar o mais importante da conversa (que dura cerca de 40 minutos).


Pense nisto e tenha uma ótima semana!

Fonte: Época Negócios - http://epocanegocios.globo.com/


sexta-feira, 15 de setembro de 2017

KAIZEN – CONHEÇA A FILOSOFIA DA MELHORIA CONTÍNUA

Prof.A.Marins
O termo Kaizen origina-se da cultura japonesa e possui o significado de melhoria gradual, contínua, ou popularmente falando, mudar para a melhor. Não é a toa que a frase mais comum da filosofia é, “hoje melhor do que ontem, amanhã melhor do que hoje”.

A metodologia do Kaizen é baseada nos princípios socioculturais do oriente, que exige um grande comprometimento de todos os indivíduos que fazem parte da empresa, consistindo numa forma de gestão orientada para a maximização da produtividade e da rentabilidade, e consequente redução de custos.


Após a segunda guerra mundial, na altura dos anos 50, muitas empresas japonesas tiveram de recomeçar do zero e assim retomaram um pouco das ideias de Fayol, da administração clássica, e das críticas decorrentes de sua teoria, o que deu início ao desenvolvimento da metodologia de melhoria contínua e ao processo de aplicação da filosofia Kaizen nas empresas japonesas.


A prática dessa metodologia, exprime uma forte ligação com o estilo de vida oriental, por isso, também é considerada por muitos uma filosofia ou cultura, principalmente, por que ela visa o bem não somente da organização em si, mas também do indivíduo que dela faz parte.

Mas para que serve, exatamente?

Prof. Imai
 Criador do Kaizen
No contexto de uma empresa, as práticas de Kaizen trazem aquilo que todo empreendedor procura: redução de custos e aumento de produtividade.

De acordo com os ensinamentos do professor Masaaki Imai, isso ocorre a partir do pressuposto que as pessoas podem melhorar continuamente no desenvolvimento de suas atividades.

Ele professa que o trabalho coletivo deve prevalecer sobre o individual; que o ser humano é visto como um dos bens mais valiosos de uma organização, e que deve ser incentivado a direcionar seu trabalho para as metas compartilhadas da empresa, sem que deixe de atender às suas necessidades pessoais.


No Kaizen, satisfação e responsabilidade são valores coletivos.

Mandamentos para a aplicação da filosofia em uma empresa:
  1. O desperdício deve ser eliminado, pois melhorias graduais devem ocorrer continuamente.
  2. Todos os colaboradores devem estar envolvidos, de gestores do topo até os níveis intermediários e de base.
  3. O Kaizen é baseado em uma estratégia barata; acredita-se que um aumento de produtividade pode ser obtido sem investimentos significativos, sem a necessidade de se aplicar somas astronômicas em tecnologias e consultores.
  4. Pode ser aplicado em qualquer lugar e não somente dentro da cultura japonesa.
  5. Apoia-se no princípio de uma gestão visual, de total transparência de procedimentos, processos e valores, tornando os problemas e os desperdícios visíveis aos olhos de todos.
  6. A atenção deve ser dirigida ao local onde se cria realmente valor, ou seja, o chão de fábrica (isto no caso de uma indústria – no da sua empresa, priorize o ambiente de trabalho).
  7. O Kaizen é orientado para os processos.
  8. Dá prioridade às pessoas; acredita-se que o esforço principal de melhoria deve vir de uma nova mentalidade e de um estilo de trabalho diferente por parte das pessoas. Isso por meio da orientação pessoal para a qualidade e para valores como: espírito de equipe, sabedoria, moral e autodisciplina.
  9. O lema essencial da aprendizagem organizacional é: aprender fazendo.

Mas como posso aplicar o Kaizen à prática?

De acordo com os preceitos do Prof. Imai, existem três formas de se implementar as práticas no ambiente empresarial:

  1. Kaizen para administração Envolve as mais importantes questões, garantindo o progresso na implantação e no moral do grupo. Segundo Imai, um gerente deve dedicar pelo menos 50% do seu tempo a este aprimoramento, que se relaciona às mais diversas práticas – desde utilizar papel de rascunho para impressão até o compartilhamento de informações importantes. Isto depende de seu perfil de empreendedor.
  2. Kaizen para o grupo – No ambiente de uma empresa, o processo de melhoria contínua está intimamente associado ao espírito de equipe. Isso implica o envolvimento de todas as pessoas da sua organização no aperfeiçoamento dos processos. Os grupos de Kaizen costumam atuar da seguinte forma: realiza-se um estudo de todos os problemas a serem solucionados. Deve se definir se as soluções são fáceis ou se haverá a necessidade de auxílio do Ciclo PDCA, que tem por princípio tornar mais claros e ágeis os processos na execução de uma gestão. E além do PDCA, outras ferramentas poderão ser utilizadas, como o Diagrama de Ishikawa (Causa e Efeito) e a Metodologia 5W2H.
  3. Kaizen voltado para pessoas – Ocorre na forma de sugestões. A ideia é estimular as pessoas a demonstrarem mais empenho em realizar as suas tarefas. Esse sistema deve ser bem dinâmico e funcional, servindo de avaliação de desempenho para funcionários de todas as esferas, sem exceção. 
Kaizen e a filosofia da melhoria contínua

Para que a organização consiga extrair os melhores resultados da metodologia, é preciso manter a continuidade do processo de melhoria e mudança cultural, melhorando dia após dia, visando uma maior lucratividade do negócio no futuro.


Kaizen pode ser usado tanto no ambiente de trabalho quanto na vida pessoal, assim como em qualquer processo, seja ele de manufatura, engenharia, negócios, ou outro qualquer.

Pense nisto e tenha uma ótima semana!

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

AIDA: A FÓRMULA MÁGICA DO MARKETING

Apesar de diversos estudiosos darem o crédito do Modelo AIDA a E.K.Strong por tê-lo publicado por primeira vez em sua obra "Theories of Selling" (Teorias de vendas) em 1925, o  modelo foi foi desenvolvido pelo advogado Elias St. Elmo Lewis (1872–1948) em 1898, enquanto ele trabalhava na alta direção da agência de publicidade “Os anunciantes” fundada por ele mesmo dois anos antes e que possuía como lema “Pergunte ao Lewis sobre isso”.

AIDA é um acrônimo para as palavras Atenção, Interesse, Desejo e Ação. Refere-se a um modelo que procura descrever os estados mentais pelos quais os consumidores passam no processo da adquirir produtos ou serviços.


Na abordagem da fórmula AIDA, procura-se identificar o estado mental do cliente como um guia para levá-lo de uma fase do processo de compra para a próxima. Assim, primeiramente se faz o cliente em potencial estar ciente de um produto, atraindo sua atenção; depois alimenta-se o interesse; em seguida estimula o desejo para que o consumidor em potencial tome a decisão; e finalmente, encoraja a ação de compra.


Um esquema simples e que vem se mostrando resistente ao teste do tempo é a AIDA., que divide a jornada de compra em 04 etapas. Esta divisão nos permite entender melhor a forma de conduzir um cliente ao fechamento e dividir essa jornada em passos. Com o processo bem detalhado, fica muito mais fácil planejar uma campanha ou detectar problemas em um campanha que está acontecendo e resolvê-los.

Uma venda só acontece se o cliente passar satisfeito pelas 4 etapas.
  • Atenção – As pessoas precisam saber que seu produto existe.
  • Interesse – Superada a fase da Atenção, seu produto precisa capturar e manter o interesse do potencial cliente.
  • Desejo – A etapa de Desejo está mais relacionada a um lado subconsciente, emocional da escolha.
  • Ação – A etapa de Ação é quando o cliente decidiu comprar. É a assinatura do contrato. O cliente em potencial se torna efetivamente um cliente.

Porém dois novos conceitos ao longo do tempo foram inseridos no método AIDA.


Nos anos decorrentes de Lewis teorias baseadas no AIDA foram criadas para explicar o método, mas todas como objetivo final de venda do produto ou serviço.

Já as teorias mais recentes de marketing apontam que a venda não é o objetivo final, mas sim a satisfação do consumidor, assim fazendo com que ele volte a adquirir o produto ou serviço oferecido.


Novas versões do método AIDA foram criadas, e acrescentar o “C” e “S” ao acrônimo tem sido a mais conhecida.  Satisfação e Convicção. Sempre visando um excelente conceito para inserir um produto novo no mercado.

  • Convicção – O consumidor precisa ser convencido da utilidade e qualidade do produto em venda. Seja através de fatos concretos, estáticas, imagens ou pesquisas, tudo que colabore para a aceitação diante do consumidor.
  • Satisfação – Efetuar a venda não é sinônimo de ter um cliente fiel. A qualidade do serviço e do produto é fundamental, para que desenvolva um sentimento de satisfação no consumidor, o que o tornará no cliente fidelidade.
Esses dois novos conceitos vêm para aperfeiçoar o desempenho do AIDA, assim atendendo as demandas de um mercado inovador.

Pense nisto e tenha uma ótima semana!

sábado, 26 de agosto de 2017

EUREKA! EU TIVE UMA GRANDE IDEIA!

Pense como uma ideia pode ser poderosa. Toda grande invenção, todo trabalho magnífico de arte, toda conquista brilhante começou com uma ideia.

Não há limites para onde uma ideia possa leva-lo. Mesmo assim, uma ideia sozinha não é suficiente. Ideias são inúteis se alguém não executá-las. Por si só, uma ideia não é capaz de fazer nada, não é capaz de levá-lo ao sucesso. Ela só passa a ter valor quando ações correspondentes são realizadas.


Você provavelmente já teve centenas ou milhares de boas deias, e as únicas que serviram para algo foram as que tiveram ação conectada ou causada pôr elas. Ideias criam valor quando investimos nelas nossas ações. De fato, quanto mais você age sobre suas deias, melhor essas deias acabam ficando. Por quê? Se você nunca age sobre suas deias, não tem que se preocupar, se elas não são realizadas ou não. Saber que você vai ter que agir baseado nessa ideia vai fazê-lo ter mais foco, ser mais realista e obter maior sucesso. A ação impõe uma disciplina saudável no seu pensamento, e traz melhores deias a tona. Uma ideia é um mapa para o sucesso e não o sucesso em si.


Uma ideia é um ótimo começo, mas só se você agir. Respeite e valorize suas boas deias, agindo para transformá-las em realidade.

Pense nisto, e tenha uma ótima semana!

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

VENDEDOR, VAMOS À GUERRA!

Prof.A.Marins
Tempos de crise, economia estagnada, previsões desanimadoras... a situação, sobretudo para quem trabalha com vendas, parece mesmo sem solução, não é mesmo? Não! Afinal, foi em tempos difíceis – muitas vezes durante guerras - que surgiram ou evoluíram algumas das maiores invenções da história, como o avião, o automóvel e o telefone. Ou seja, há sempre uma saída, uma alternativa inteligente, uma maneira de reverter o cenário!

Já que tocamos no assunto guerra, vamos falar mais sobre uma atividade que temos feito com as equipes comerciais que já treinamos: a War Room, ou Sala de Guerra, um método criado para se pensar em estratégias que possam vencer o inimigo – que, no mundo das vendas, é a crise ou o mau resultado.


Quando esses inimigos batem à porta, todos os membros de uma equipe comercial devem ser mobilizados para, juntos, reverterem a situação e baterem a meta. Isso se dá por meio de três etapas: visualizar, garantir e buscar.

Quando bem preparado, o profissional de vendas cria condições de negar o
Mário Rodrigues
impulso, controla o desespero e chega à primeira fase do processo: visualizar a situação. Em uma situação de incêndio, ele se torna capaz de encontrar a porta de saída no meio da fumaça.

Este é o momento em que o vendedor se depara com todo o processo, enxerga os resultados ruins e as oportunidades disponíveis, localiza os gaps e, então, começa a pensar em uma solução para chegar à segunda fase da Sala de Guerra: garantir que as oportunidades visualizadas aconteçam.


Nesta etapa, é importante iniciar um brainstorm com todos os envolvidos, retomar contatos, estudar possibilidades, agendar visitas e reuniões, oferecer novas propostas e contrapropostas. É a hora de fazer o que for preciso para que o objetivo seja cumprido.

Caso todo esse esforço ainda não seja suficiente para alcançar a meta estabelecida, inicia-se então a fase final da Sala de Guerra: buscar. Esse “buscar” nada mais é que revirar a lista de clientes, que espremer a laranja até o fim. Depois de garantir que todos os contatos quentes e mornos já foram feitos na etapa anterior, é hora de ir atrás dos mais frios, dos menos prováveis, dos mais difíceis de se  tornarem negócio fechado.


A Sala de Guerra, além de ser uma ação que concentra a força da equipe e desenvolve o foco, nos ensina que, nos momentos de dificuldade, gastar toda a energia com clientes que parecem menos potenciais é tão fundamental quanto garantir os quase certos.

Em épocas de crise, não se pode insistir só no que é mais fácil e mais rentável, pois, se os maiores negócios estão escassos, fechar negócio com 100 clientes menores, mesmo que exija muito mais esforço, garante o mesmo resultado que fechar negócio com um cliente gigante. Mais que isso, negócios pequenos também batem meta!

Pense nisto e tenha uma ótima semana!


Fonte: Mário Rodrigues – Diretor do Instituto Brasileiro de Vendas (IBVendas) – http://ibvendas.com.br/
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